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27ª Bienal

Seminário
Vida Coletiva

As  questões levantadas no 3º Seminário Internacional promovido pela Bienal de São Paulo, em torno do tema Vida Coletiva, não apontaram para respostas definitivas , mas trouxeram relatos de vivências e trocas entre grupos sociais diferentes.
Os seminários, as residências artísticas e a extinção do critério de escolha dos trabalhos da Bienal através de  representação nacional são algumas das inovações da 27 ª edição da Bienal.
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História
das Bienais

Parte II

O pós guerra em São Paulo

No final dos anos 40 início dos 50, São Paulo vê surgir um novo mecenato formado por empresários prósperos que inauguram uma fase de construção de museus, fundações culturais e teatros. Chateaubriand e Ciccilo dividem a cena. Surgem nessa época o MASP , o MAM e a Bienal de São Paulo. Leia a segunda parte de História das Bienais,  O Pós Guerra em São Paulo, da antropóloga  Rita Alves Oliveira.
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I Semana de Afrodescendência
Reúne professores e sociedade civil em Caraguatatuba. Serão discutidas  experiências culturais, literatura, manifestações religiosas,entre outras questões.

O encontro vai  do dia 21 ao 27 de agosto. Veja a programação.
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Escritores angolanos
debatem literatura africana
no Centro de Estudos Portugueses
da Usp.
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ABCA
Crítica de Arte e História
da Arte:

Desafios
interdisciplinares
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Trabalhos de mulheres artistas e poéticas visuais em debate no MAC
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Biblioteca
do Masp

Mais de 60 mil
entre livros, catálogos,  revistas e boletins estão à disposição do público no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Cerca de 18 mil títulos já estão catalogados
via on-line.
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A Pequena Bailarina de 14 anos
Um dos grandes tesouros do modernismo francês, pertencente ao Masp, nem sempre foi reconhecido como obra de arte: em 1881, quando a Pequena Bailarina, de Degas, foi exibida pela primeira vez, queriam colocá-la em um museu de zoologia ou de anomalias humanas em Paris.
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Especial Degas

Mito e Modernidade

em Degas

                  Desde que foi inaugurada em maio, a exposição do pintor francês Edgar Degas, no Masp-Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand-, já recebeu, aproximadamente, cerca de 80 mil pessoas dos mais diferentes pontos do país.  Obras dos mais importantes museus do mundo produzidas pelo francês compõem a exposição intitulada Degas, O Universo de um Artista.
                  A história de Degas é repleta de mistérios: excessivamente tímido, avesso à vida pública, obsessivo com o processo artístico, solitário, enigmático, enfim. Há uma série de mitos, que aos poucos a História da Arte se encarrega de desconstruir com estudos e pesquisas, dando lugar a uma compreensão mais verdadeira da magnitude de sua obra e do papel que o artista desempenhou na transição da modernidade no final do século 19. 

                  Nesta edição, jornalistas, historiadores e críticos de arte, dentre os quais Jorge Coli, Richard Kendall, Carol Armstrong e o curador da mostra Romanic Sulger-Büel, entre outros, analisam as características da obra de Degas e as transações, nem sempre claras, que levaram o Masp a adquirir as telas e os bronzes do artista. A mostra vai até dia 20 de agosto.                 

 

Um certo Degas Voyeurista

         A maior exposição de obras do artista francês já realizada no Brasil ressalta um certo caráter voyeurista em Degas, e transforma o atento observador em uma espécie de cúmplice do próprio artista. É como se o espectador também estivesse espiando, atravpes de uma porta entreaberta a “ Mulher Enxugando o Braço Esquerdo”, após o banho. Picasso não poderia faltar a essa mostra. São de sua autoria as 22 aguás-fortes  que retratam Degas entre as prostitutas nos bordéis parisienses como um cuidadoso observador.
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O Mito

de Degas

           A historiadora Carol Armstrong procura seguir em O Mito Degas, o caminho indicado por Zola ao analisar as obras de Manet. Envereda pelos meandros das obras de arte para encontrar o artista, o indivíduo. Suas ferramentas são estudos de outros historiadores e biógrafos de Degas, dentre os quais Paul Jamot, Blanche, Lemoisne, Daniel Halévy, Ambroise Vollard, Paul Valéry, Jeanne Fèvre e Paul Lafond. Diversas visões sobre o trabalho e as características particulares do artista ajudaram na criação do mito Degas. A excessiva timidez, o isolamento, o mistério, a obsessividade.
           “Seu mito é construído a partir da recusa em participar da vida pública e a aparente ausência de vida privada. Sua obra é marcada pela oclusão, bloqueio e perda da conexão sensorial. Enquanto o que melhor define o mito pessoal de Picasso,do modernismo, é a virilidade e a produção fértil, as palavras-chave do mito de Degas são privacidade e privação, cegueira e esterilidade".
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O Clássico e o moderno em Degas

         Nascido e criado em meio às violentas transformações da segunda metade do século 19, em Paris, Degas foi o artista que mais representou, segundo a visão crítica de Romaric  Sulger Büel,a fase que marcou a passagem da metrópole cultural do mundo ocidental para a modernidade.   Para o curador da exposição, no Masp, Edgar Degas foi  “ (...) o  intercessor mais constante da passagem de toda uma cultura do mundo da imagem parada, estática, do Academicismo à cultura em movimento da modernidade. E fará isso até pagar o alto preço de perder uma parte da alma”. (leia mais)

 

Qual foi o papel
das esculturas na obra de Degas?

           Richard Kendall analisa em seu texto vários aspectos da produção das esculturas de Degas : o material com que foram feitas, os instrumentos de modelagem e suporte das esculturas e, principalmente,  o papel que elas exerceram no conjunto das obras do artista. Com exceção da Pequena Bailarina de Quatorze Anos parece que as demais, do conjunto de 73 esculturas, todas feitas em cera, permaneceram meio abandonadas em seu atelier. Tanto que precisaram ser restauradas, após sua morte,  para serem fundidas em bronze.
           As possibilidades de análise levantadas pelo historiador para esse fato, levam em conta o papel que as esculturas teriam exercido no processo inicial de produção das demais pinturas do artista.
Podem ter sido feitas, em sua maioria, reflete  Kendall, “ (...)  para subsidiar a composição dos pastéis e óleos do artista, seja com o intuito de ampliar sua compreensão de uma forma tridimensional, seja para ocupar literalmente o lugar do modelo-vivo".
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Entre a linha e a cor
o paradoxo de Degas

No texto O Classicismo do Invisível, o crítico Jorge Coli analisa o aparente paradoxo que existe no procedimento artístico de Degas, que cultua, por um lado, uma obsessiva atenção à construção do desenho, e por outro, participa junto com os demais companheiros impressionistas, de exposições e do movimento pelo triunfo da cor sobre a linha.
Essa característica,a do cuidado pelo desenho, denominada por Jorge Coli de determinante clássica  “ (...) o opõe ao projeto impressionista tal como ele se encarnava nas obras mais evidentes do grupo nos tempos heróicos de 1874, e que permaneceriam constantes ao menos durante toda a trajetória de Monet.
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Quatro Dançarinas
primeira obra de Degas no Masp

A parceria Bardi- Chateaubriand foi determinante para a formação do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, desde que foi fundado, em 1947.
No ensaio  “O Acervo do Masp”, a curadora da mostra de Degas , Eugênia Esmeraldo,  nos relata os processos das aquisições das obras do artista francês. A primeira a compor o acervo do Masp foi “ Quatre dansenses em scéne” adquirida da Galeria Knoedler de Nova York e custou U$ 46 mil. A primeira obra de Degas a entrar no Brasil, entretanto,  a tela “Nu de pé se penteando”, presente na mostra, foi adquirida pelo colecionador Castro Maya em 1947 e hoje pertence ao acervo que leva seu nome, no Rio de Janeiro. . (leia)

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Catálogo Raisonné de Iberê Camargo
apresenta gravuras e
registros pessoais do artista. Lançamento em
Porto Alegre.
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Primavera de livros
nas artes

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