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Agenda de Dezembro

 


Cartazes das
Bienais
dos anos 50

Artistas ligados
 aos cursos de artes gráficas criados pelo
Instituto de Arte
Contemporânea do Masp - o IAC -  criam os primeiros Cartazes das Bienais
Heloísa Dallari

 

História das Bienais

A Vez dos Curadores
Na Parte 5 do ensaio
História das Bienais, a antropóloga Rita de Cássia Alves Oliveira mostra o surgimento da figura poderosa dos curadores das bienais.

 

Acre,
último seminário
da 27ª Biena
l



As questões sociais dos
indígenas e seringueiros
foram a tônica do
Seminário Acre

 

No Centro Universitário
Maria Antonia
prepare-se para ouvir
John Cage

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Armando Andrade Tudela – artista residente

(1975)  - nascido em Lima , vive e trabalha em Lima e Londres
O trabalho de Andrade Tudela volta-se à discussão sobre o modernismo, tanto na arquitetura quanto na produção cultural. Sua escultura Transa explicita o interesse do artista na Tropicália, que, não sendo uma história de dissoluções como o modernismo peruano, conseguiu abrangir música, poesia, cinema e cultura pop. O artista destaca as mostras individuais Inka Snow e CAMION, na Counter Gallery, em Londres, e The Bakery, na Annet Gelink Gallery, em Amsterdã. Instalação + Projeção de Slide + Fotografia + Colagem – Transa (escultura com capas de disco ‘Transa’, Caetano Veloso); Fragmentos de Escultura (madeira); Case De Vidrio (em produção - projeção de slides); Double slide projection (em produção – projeção de slides); 18 Solarizations (em produção - fotografia solarizada); 4 Montajes Geometricos
(em produção - colagem).

Atelier BOW-WOW

(1992) - fundado por Yoshiharu Tsukamoto e Momoyo Kaijima em Tóquio.
Embora seja formada por arquitetos, recentemente a dupla entrou no mundo das
artes. “A arte nos oferece uma boa ocasião para investigar o comportamento humano no espaço público e para experimentar como uma pequena estrutura ou um mobiliário de grande dimensão pode interferir nele”. O Atelier Bow-Wow trabalha com tecnologias contemporâneas com o intuito de projetar espaços habitáveis que levam em conta o complexo ambiente urbano da capital do Japão. Eles desenvolvem projetos arquitetônicos preocupados com espaços que foram considerados sem importância pelos departamentos de planejamento urbano.
O coletivo destaca a seguinte mostra individual: How to Use the City, no Kirin Plaza, em Osaka. Também participaram das mostras coletivas: Tsumari Art Triennale, em Niigata, a Bienal de Veneza de 2003 e a Bienal de Xangai.
Instalação + Escultura – Monkey Way (instalação que leva o público a andar por entre as copas das árvores do Parque do Ibirapuera), Manga Pod in São Paulo (instalações); Jumbo Origamic Arch (escultura).

Barbara Visser

(1966) - nascida em Haarlem, vive e trabalha em Amsterdã.
A obra da fotógrafa e vídeo-artista traz ao centro a figura humana envolvida num contexto inusitado, de forma a exercitar a observação e o questionamento das incertezas ligadas à identidade, do que se sabe de si mesmo, do que se pensa saber e do que é dito. A artista destaca as seguintes mostras individuais: Biopark, no Parque de Atraciones de Vizcaya em Bilbao, Beauty is the Victory of the Mind Over Matter, na Annet Gelink Gallery e a mostra coletiva Now & Again, na Utrecht Manifest Biennale. Vídeo/Filme + Impressão - Two Projections (projeção de slides e DVD); Detitled
(impressão sobre parede).

 

Brendon Wilkinson

(1974) - nascido em Masteron, vive e trabalha em Auckland.
O trabalho de Brendon Wilkinson pode ser visto como a extensão de sua lúdica
abordagem de mundo – começou ainda criança a montar maquetes e pinturas como brincadeiras. Também traz influência das ciências naturais. O artista destaca as seguintes mostras individuais: Internal Surface, na Peter McLeavey Gallery, em Wellington, Lost in Always, na Ivan Anthony Gallery, em Auckland, e The Cleaning Agent, na Govett Brewster Gallery, em New Plymouth.
Maquete + Objeto - Other World South Sea Tropic Zone, Pile of Illusions, untilted 2006 (maquetes); Progress Infant Formula, Watties Corn style (objetos com maquetes dentro).

 

Claudia Andujar
(1931)  - nascida em Neuchâtel, vive e trabalha em São Paulo.
Central para a fotógrafa Cláudia Andujar é refletir as condições de vida de seres humanos. O fascinante em seu trabalho é sua aborgagem direta e genuína de  questões que permanecem contemporâneas sobre tribos indígenas no Brasil.
A artista destaca as seguintes mostras individuais: Vulnerabilidade do Ser, na
Pinacoteca do Estado de São Paulo, em 2005, Genocídio Yanomami, Morte no Brasil no MASP, em 1989, e Na Sombra das Luzes na 24ª Bienal de São Paulo, em 2000. Ela é representada pela Galeria Vermelho, em São Paulo.
Fotografia – série de fotografias de indígenas tiradas em diferentes regiões Yanomami na década de 1970, quando, acompanhada por dois estudantes de medicina da USP, desenvolveu projeto de vacinação.

 

 

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