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Agenda de Dezembro

 


Cartazes das
Bienais
dos anos 50

Artistas ligados
 aos cursos de artes gráficas criados pelo
Instituto de Arte
Contemporânea do Masp - o IAC -  criam os primeiros Cartazes das Bienais
Heloísa Dallari

 

História das Bienais

A Vez dos Curadores
Na Parte 5 do ensaio
História das Bienais, a antropóloga Rita de Cássia Alves Oliveira mostra o surgimento da figura poderosa dos curadores das bienais.

 

Acre,
último seminário
da 27ª Biena
l



As questões sociais dos
indígenas e seringueiros
foram a tônica do
Seminário Acre

 

No Centro Universitário
Maria Antonia
prepare-se para ouvir
John Cage

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Cláudia Cristóvão

(1973) - nascida em Luanda,  vive e trabalha em Amsterdã.
A obra da vídeo-artista Cláudia Cristóvão transmite uma grande preocupação com a ética e os esforços tanto individuais quanto coletivos na esfera pública, expondo construções emocionais em narrativas que freqüentemente borram linhas entre ficção e realidade. Parte de seu trabalho é voltado à questão da identidade cultural em excolônias portuguesas na África.
A artista destaca as seguintes mostras individuais: Shared Histories, na Arti et
Amicitae, em Amsterdã, On Patrol, na De Appel, em Amsterdã e outra mostra na
Galeria Lumen Travo, também em Amsterdã. Filme/Vídeo + Fotografia - 03 Vídeos (três vídeos filmados em Xangai, Delhi e Amsterdã, exibidos em monitores de LCD de 17”); Fata Morgana (vídeo exibido em dois projetores de grande formato e cinco monitores portáteis de 7”); The File Project (novo trabalho - seis fotos e três vídeos, um exibido em monitor LCD e dois em projetores).

Damián ORTEGA
(1967) - nascido na Cidade do México, vive e trabalha na Cidade do México e Berlim Damián Ortega trabalha atualmente com a idéia da flexibilidade na arquitetura, o que não quer dizer que se limite a utilizar materiais leves e maleáveis. Suas esculturas, instalações, vídeos e fotografias, com freqüência, articulam condições ambivalentes de solidez e movimento, monumentalidade e fragilidade. Umas das questões centrais para Damian Ortega são espaço social e modernidade urbana, abordados com um humor poético. Seu trabalho transparece o interesse pela geometria abstrata, em oposição ao minimalismo, que, para o artista, parece trazer uma forma mais estadunidense e protestante de compreender a realidade. O artista destaca as seguintes mostras individuais: Damián Ortega: The Beetle Trilogy and Other Works no Museum of Contemporary Art, em Los Angeles, The Uncertainty Principle na Tate Modern, em Londres, e Damián Ortega no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte. Também participou da 4a Bienal de Berlim, em 2006, e da Bienal de Sydney, em 2006.Instalação + Escultura – Mampara. Composición concreta I, Mampara. Composición concreta II, Mampara. Composición concreta III, Mampara. Composición concreta IV, Mampara. Composición concreta V, Mampara. Composición concreta VI (metal e concreto); Composición concreta (conjunto de seis C-Prints); Spirit and Matter (madeira reciclada
e metal corrugado).

 

Dan Graham

(1942) - nascido em Urbana, vive e trabalha em Nova York.
Os pavilhões de Dan Graham articulam conceitos da arte e da arquitetura e referem-se a condições ambivalentes da contemporaneidade, como a performance e a audiência, a subjetividade e a objetividade. O desenvolvimento de sua obra na forma de pavilhões partiu da observação de espaços urbanos anônimos, locais de encontro situados no limite entre espaço público e privado, como cabines telefônicas ou pontos de ônibus. Desde os anos 60, Dan Graham acumula uma produção artística e teórica importante sobre funções históricas, sociais e ideológicas de sistemas culturais contemporâneos - a arquitetura, a música popular, o vídeo e a televisão. Seu trabalho artístico transita entre performances, instalações, vídeo e desenhos arquitetônicos.
O artista destaca as seguintes mostras individuais: Dan Graham no Castello di Rivoli Museo D’Arte Contemporanea, em Turim, Dan Graham by Dan Graham no Chiba City Museum of Art, e Dan Graham, Works 1965 – 2000, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto. Também participou da Bienal de Veneza, em 2003, e da Documenta X, em Kassel.
Maquete + Fotografia – Hommage to Vilanova Artigas (vidro, aço inox, madeira,
exposta fora do Pavilhão); Homes for America (20 slides 35mm, projetor de slides com carrossel); Skateboard Pavilion (vidro espelhado, alumínio escovado, aço, grafite de madeira); Yin/Yang Pavillion (vidro espelhado, acrílico, madeira, chumb, vídeo – 5min); Double Exposure / Landscape Photo Pavilion (maquete arquitetônica: vidro espelhado, transparência de cibacromo, vídeo - menos de 10min); Swimming Pool/Fish Pond (vidro espelhado, madeira, alumínio).

Diango Hernandéz

(1970) - nascido em Sancti Spiritus, vive e trabalha em Trento e Düsseldorf.
Cuba e sua relação com os EUA é um tema perene no trabalho de Diango Hernández, expresso sob o ponto de vista tanto da vítima quanto do espectador. Ao justapor política e poesia, o artista reflete o nível de irracionalidade da saturação de manipulações políticas que sua geração sofreu. A partir da observação sobre sua Cuba natal, construiu uma obra diversificada, composta de milhares de desenhos, pinturas e esculturas.
O artista destaca as seguintes mostras individuais: Revolution, no Kunsthalle Basel, The Museum of Capitalism, no Altes Museum, em Mönchengladbach, e Amateur na De Vleeshal, em Middelburg. Participou da Bienal de Sydney, em 2006, e da Bienal de Veneza, em 2005. Ele é representado pela galeria Frehrking Wiesehöfer, em Colônia.

Instalação + Pintura/Desenho + Vídeo – We are Unfinished Drawings (instalação com vídeo narrando a história de Laika, a cadela russa que se tornou o primeiro ser vivo da Terra a entrar em órbita); Drawing (my birds don’t want to come back) (instalação); Amateur (série de desenhos).

Didier Faustino
(1968)  - nascido em Paris, vive e trabalha em Paris e Lisboa.
O trabalho de Faustino margeia a arquitetura experimental e a arte multimídia. Ele examina as trivialidades de cada meio e, através de seu trabalho, oferece ao
espectador um vislumbre da influência potencial dos novos meios na arquitetura e em nossas condições de vida no futuro. O artista destaca as seguintes mostras: Big Bang! no Centre Georges Pompidou, em Paris, Ailleurs, ici no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, e a Bienal de Veneza, em 2003.
Instalação + Maquete – Les Racines du Mal - (instalação – estrutura metálica de 9m com iluminação pública no topo. Visitantes poderão pendurar-se em cordas presas à peça), The Sympathy for the Devil (instalação – peça de fibra de carbono com cinco assentos), 05 Maquetes (cinco maquetes do artista
para espaços públicos).

Eloísa Cartonera
Oficina fundada em Buenos Aires, em 2003.
Em São Paulo, o coletivo vai reproduzir o projeto criado em Buenos Aires: produzir livros em colaboração com os catadores de papel da cidade e publicar autores latinoamericanos. Ao fim da 27ª Bienal, uma versão de “Eloisa Cartonera Paulista” deverá continuar funcionando.
A editora destaca as seguintes mostras: InSite 2005, em Tijuana e San Diego;
Civilización y Barbarie, no Museo Nacional de Arte Contemporáneo de Santiago e Concurso Red na Feria de Galerías de arte ArteBA, em Buenos Aires.
Outro – o coletivo funciona como uma casa editorial. As capas dos livros são
produzidas manualmente com papelão comprado de catadores de papel de rua a preços bem mais altos que do mercado.

 

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